Curadoria italiana · Reconhecimento de cidadania

A sua história começou antes
de você. A sua cidadania também.

Pelo princípio do iure sanguinis, a cidadania italiana pode ser transmitida de uma geração a outra. Se você descende de um cidadão italiano, analisamos sua história e os documentos da família para avaliar as possibilidades de reconhecimento conforme as regras aplicáveis ao seu caso. Do primeiro documento ao passaporte, acompanhamos você em cada etapa.

Reconhecimento de cidadania italiana

A sua história começou antes de você. A sua cidadania também.

Reconhecer a cidadania italiana por descendência começa muito antes de reunir documentos. É preciso entender de onde a sua família veio, reconstruir a linha de transmissão da cidadania, identificar possíveis interrupções e analisar qual caminho continua juridicamente possível para o seu caso.

É isso que fazemos. Estudamos a sua história familiar, definimos a estratégia e conduzimos o processo até as etapas finais do reconhecimento.

+2000
cidadanias reconhecidas
7 países
atendidos
2 vias
administrativa e judicial, conduzidas com o mesmo cuidado
100%
transparência sobre prazos e fases do processo
+2.000
pessoas atendidas ao longo da nossa trajetória
7 países
com clientes acompanhados pela Domenico
2 vias principais
administrativa e judicial
1 acompanhamento
centralizado do início às etapas finais do processo

Você chega até nós no início da sua jornada, e é com a gente que ela se completa. Do primeiro documento ao passaporte na mão, a Domenico cuida de tudo, para você não precisar de mais ninguém.


Do primeiro vestígio da sua origem italiana ao reconhecimento.

Um processo de cidadania pode envolver cartórios em cidades diferentes, arquivos históricos, consulados, comuni, traduções, retificações, profissionais na Itália e decisões jurídicas que mudam de acordo com cada linha familiar.

Por isso, nosso trabalho não começa escolhendo uma via. Começa entendendo o caso.

Antes de dizer como seguir, investigamos o que existe na sua árvore genealógica, quais documentos sustentam a transmissão da cidadania e quais particularidades precisam ser consideradas. Só depois disso definimos a estratégia.

Como funciona

Reconhecimento,
não aquisição.

Quem descende de um cidadão italiano é italiano desde o nascimento. A lei não cria essa cidadania: ela apenas formaliza o que já é seu. É por isso que falamos em reconhecimento, e não em aquisição.

Existem dois caminhos possíveis. A via administrativa, conduzida diretamente junto aos órgãos competentes, e a via judicial, indicada quando o processo administrativo não avança. Avaliamos sua história e indicamos, com honestidade, qual caminho combina com o seu caso, sem deixar você sem resposta em nenhuma fase.

O passaporte italiano está entre os mais aceitos do mundo, e é a porta de entrada para viver, estudar ou trabalhar em qualquer país da União Europeia. Mas antes do passaporte, existe um caminho a percorrer, e é esse caminho que conduzimos com você, passo a passo.

Nosso compromisso é com a clareza: você vai saber, a cada momento, como o seu caso está evoluindo.
Como funciona

Reconhecimento,
não aquisição.

A cidadania italiana por descendência parte do princípio do jure sanguinis: a transmissão pelo sangue. Por isso, quando os requisitos jurídicos estão presentes, não falamos em adquirir uma nova cidadania, mas em reconhecer uma condição que decorre da sua origem familiar.

Na prática, porém, transformar esse direito em reconhecimento formal exige documentação, análise da linha de descendência e definição da via adequada. É nessa parte que entramos.

Primeiro, entendemos a sua história.

Reconstruímos a linha familiar e analisamos os elementos que podem interferir na transmissão da cidadania.

Depois, avaliamos o cenário.

Documentos, datas, naturalizações, linha materna, geração, local de nascimento e particularidades jurídicas podem mudar completamente a estratégia.

Só então indicamos o caminho.

Se houver viabilidade, explicamos quais possibilidades existem, por que determinada estratégia faz sentido e o que será necessário para seguir.

E conduzimos a execução.

Organização documental, pesquisa, traduções, legalizações, retificações e demais providências necessárias são coordenadas de acordo com cada processo.

Você não precisa dominar a burocracia italiana. Mas precisa entender o que está sendo feito em seu nome.

Esse é um princípio importante para nós.
Como funciona

Reconhecimento,
não aquisição.

Reconhecer a cidadania italiana é formalizar um direito original.

Antes de definir se o caminho é administrativo ou judicial, avaliamos a sua história, identificamos a via mais adequada e explicamos cada etapa com clareza.


Conheça as quatro macroetapas do nosso trabalho.

01

Sua história
vem primeiro.

Antes de indicar os caminhos possíveis, conhecemos a história da sua família e analisamos os documentos que comprovam a linha de transmissão da cidadania entre as gerações.

02

Definimos a
via mais adequada.

Entre a via administrativa e a via judicial, indicamos com honestidade a estratégia que faz sentido para o seu caso e explicamos por que ela foi escolhida.

03

Cuidamos de cada etapa.

Organizamos a pesquisa, as certidões, as traduções e as demais providências necessárias ao seu processo, incluindo retificações quando exigidas. Você acompanha cada etapa com orientações claras, sem precisar lidar com tudo sozinho.

04

Ao seu lado
até a conclusão.

Acompanhamos cada etapa do processo, mantemos você informado sobre os avanços e seguimos ao seu lado até a conclusão do reconhecimento e a obtenção dos documentos de identificação italianos.

O cenário jurídico

A lei mudou. Isso não é o fim do caminho.

Via administrativa

Ficou mais restrita

Hoje, o reconhecimento pela via administrativa está limitado a filhos e netos de cidadãos italianos nascidos na Itália. Para gerações mais distantes, é necessário avaliar outros caminhos.

Via judicial

Continua sendo uma alternativa

A via judicial permanece como uma possibilidade para quem não se enquadra nas novas regras da via administrativa. Cada caso deve ser analisado individualmente, considerando a história familiar e o cenário jurídico atual.

O direito em si

O debate ainda não terminou

As limitações introduzidas pela nova lei continuam sendo discutidas nas cortes italianas e europeias. O cenário segue em evolução, e seus efeitos sobre o direito à cidadania ainda estão sendo definidos.

“
Um ponto importante

Diversos tribunais já decidiram a favor de quem entrou com o processo depois da mudança na lei.

Isso inclui casos de pessoas que já buscavam o reconhecimento antes da mudança, por exemplo, por meio de uma tentativa de agendamento consular.

Avaliamos se esse também é o seu caso.

O cenário jurídico

A lei mudou. O seu caso precisa ser analisado a partir disso.

As alterações recentes na legislação italiana mudaram significativamente as possibilidades de reconhecimento da cidadania por descendência. Isso tornou ainda menos responsável dar uma resposta genérica baseada apenas no número de gerações da família. Hoje, é necessário olhar para cada caso individualmente.

Via administrativa

Mais restrita pelas novas regras

As mudanças legislativas limitaram as hipóteses de reconhecimento pela via administrativa para determinadas linhas de descendência. Por isso, casos que antes poderiam seguir por esse caminho precisam ser reavaliados à luz das regras atuais.

Via judicial

Pode existir uma alternativa jurídica

Dependendo da composição da linha familiar, das datas envolvidas e das circunstâncias do caso, a discussão judicial pode continuar sendo uma possibilidade. Não tratamos a via judicial como uma solução automática. Antes de indicá-la, analisamos se existem fundamentos concretos para seguir.

O debate jurídico

O cenário ainda está em construção

As alterações recentes continuam produzindo discussões nos tribunais italianos e europeus. Novas decisões podem influenciar a interpretação da legislação e os caminhos disponíveis para famílias que buscam o reconhecimento. Por isso, acompanhamos não apenas processos. Acompanhamos também a evolução jurídica que pode afetá-los.

Um detalhe pode mudar o caso inteiro.

Uma tentativa anterior de agendamento consular, uma naturalização em determinada data, uma mulher na linha de transmissão antes de 1948 ou um documento aparentemente secundário podem alterar a análise.
É justamente por isso que começamos pelo caso — e não por uma resposta pronta.

Quero analisar minha situação

Serviços

A cidadania pode começar em uma certidão. E continuar muito depois do reconhecimento.

A Domenico acompanha diferentes momentos da relação de uma família com a Itália. Desde descobrir onde nasceu um antepassado até organizar documentos de quem já é cidadão italiano.

o reconhecimento

Reconhecimento da cidadania italiana por descendência

Primeiro entendemos a linha familiar; depois, definimos a via adequada.

Para quem já é cidadão italiano

A cidadania foi reconhecida. A vida civil italiana continua.

O vínculo com a Itália gera outras responsabilidades documentais ao longo da vida. Também cuidamos dessas etapas.

Casos que conhecemos bem

Situações que atendemos com frequência

Cada família chega até nós com uma história diferente. Estas são algumas situações que avaliamos com frequência e que podem se parecer com o seu caso.

01

Anos de opiniões divergentes. Um caminho que precisava ser encontrado.

Americano, filho de pais nascidos na Itália que se naturalizaram nos EUA quando ele ainda era menor de idade, chegou até nós após receber uma série de pareceres e orientações desfavoráveis. Analisamos as particularidades do caso e conduzimos o processo pela via administrativa. Resultado: cidadania italiana reconhecida.

02

Anos de busca. Um documento que fazia toda a diferença.

Faltava apenas a certidão de nascimento do antepassado italiano, buscada há anos sem sucesso. Nossa pesquisa genealógica permitiu localizar o documento, e o processo pôde seguir adiante.

03

Linha materna:
uma confusão comum.

Por ter uma avó italiana nascida antes de 1948, o cliente acreditava que seu caso só poderia seguir pela via judicial. Nossa análise esclareceu a confusão: a data relevante era a do nascimento do filho dela, ocorrido após 1º de janeiro de 1948.
Resultado: cidadania italiana reconhecida em poucos meses pela via administrativa.

04

Família em países
diferentes. Reconhecimento
em um mesmo processo.

Uma família que vivia em diferentes países reuniu toda a documentação necessária para o reconhecimento. Avaliamos a história familiar em conjunto e conduzimos o caso em um único processo, com a cidadania italiana reconhecida para todos.

Mais que documentos.
Histórias que continuam
Experiência

Há casos simples. E há casos que só parecem simples.

Depois de anos trabalhando com cidadania italiana, aprendemos que muitas dificuldades surgem justamente nos detalhes. Uma data. Uma naturalização. Uma certidão que não aparece. Uma divergência entre documentos. Uma linha de transmissão que precisa ser interpretada com mais cuidado.

01

Quando anos de respostas diferentes precisavam virar uma conclusão.

Um descendente de italianos buscava havia anos uma definição sobre a própria situação. Seus pais haviam nascido na Itália e se naturalizado nos Estados Unidos durante sua menoridade, criando uma particularidade que exigia análise cuidadosa da transmissão da cidadania. Depois do estudo do caso e da documentação, foi possível estruturar o reconhecimento pela via adequada.

02

Quando todo o processo dependia de um único documento.

A família já havia reconstruído boa parte de sua genealogia, mas faltava justamente a certidão de nascimento do antepassado italiano. O documento vinha sendo procurado havia anos. A pesquisa genealógica permitiu localizar o registro e destravar a continuidade do processo.

03

Quando a árvore familiar exigia olhar para 1948.

Em determinadas linhas familiares, a presença de uma mulher italiana transmitindo a cidadania antes de 1948 muda a forma como o caso precisa ser conduzido. Nessas situações, a cronologia da família não é apenas uma informação genealógica. Ela define a estratégia jurídica.

04

Quando uma mesma origem conectava uma família espalhada pelo mundo.

Uma família de brasileiros residentes na Austrália desejava analisar o reconhecimento de vários membros. Em vez de tratar cada pessoa como uma história isolada, partimos da linha de ascendência comum, organizando a pesquisa de forma integrada e estruturando as necessidades individuais a partir dela.

Os exemplos acima representam situações recorrentes na nossa experiência e foram apresentados de forma ilustrativa, preservando a identidade e as particularidades dos clientes.

Pesquisa genealógica

Descubra se já temos registros do seu antepassado italiano

Ao longo dos anos, reunimos uma base de pesquisa com sobrenomes de imigrantes italianos de diferentes regiões da Itália. Preencha o formulário ao lado para verificarmos quais informações já temos sobre a sua linha de ascendência.

Esse é o primeiro passo. Após a consulta, entramos em
contato para apresentar o que encontramos e orientar
as próximas etapas para o reconhecimento da cidadania italiana.

Consulte a nossa base de dados

Todos os campos com * são obrigatórios.

Ao enviar, você concorda em ser contatado por e-mail ou WhatsApp para dar continuidade à sua consulta.

Pesquisa genealógica

Talvez a primeira resposta sobre a sua cidadania esteja no nome de alguém que nasceu há mais de cem anos.

Toda investigação genealógica começa com pistas. Um sobrenome. Uma cidade mencionada pelos avós. Uma certidão antiga. Uma informação que atravessou gerações sem que ninguém soubesse exatamente se era verdadeira.

Ao longo dos anos, construímos uma base de pesquisa com informações sobre famílias e imigrantes italianos de diferentes regiões. Se você conhece o nome do seu antepassado, podemos começar por aí.

Consulte a nossa base

Preencha os dados abaixo para começarmos a pesquisa.

Essa consulta é um ponto de partida. Caso encontremos informações relevantes, nossa equipe entra em contato para explicar o que foi identificado e quais próximos passos podem fazer sentido. Ao enviar os seus dados, você concorda em ser contatado pela Domenico por e-mail ou WhatsApp em relação à sua solicitação.

Camila Abadie, fundadora da Domenico
Camila AbadieFundadora da Domenico
Sobre mim

Ao lado de quem busca reconhecer a própria italianidade

Nasci em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, em 1977. Sou formado em Administração de Empresas pela PUC-RS e fiz pós-graduação em Gestão Empresarial na Bologna Business School, da Universidade de Bologna, na Itália.

Em 2014, surgiu a oportunidade de reconhecer minha própria cidadania italiana. Nesse mesmo ano, me mudei para a Itália e iniciei essa jornada na terra do meu antepassado, Domenico Antonio Mattiello. Foi em homenagem a ele que nasceu o nome da nossa empresa.

Desde então, já ajudei mais de duas mil pessoas de famílias do Brasil, Peru, Argentina, Estados Unidos, Austrália e Uruguai a reconhecer a cidadania italiana, além de brasileiros e pessoas de outras nacionalidades residentes na Europa. O que mais gosto nesse trabalho é justamente isso: contribuir para a realização de um sonho ou projeto que, para muitos, transforma de forma concreta a trajetória pessoal e profissional.

Para mim, um bom atendimento começa por tratar cada cliente de forma única e personalizada, com atenção à sua história e às suas necessidades. Isso se traduz em transparência sobre prazos, retorno em cada etapa e o mesmo comprometimento do primeiro contato até o dia do passaporte na mão.

A conquista de cada cliente também é uma conquista nossa, e é uma honra fazer parte de algo tão importante em sua vida.

2014
início da minha jornada na Itália
+2.000
pessoas atendidas
7
países atendidos
Camila Abadie, fundadora da Domenico Assessoria Italiana

Camila Abadie

Fundadora da Domenico

Camila Abadie · Fundadora da Domenico

Para mim, cidadania nunca foi só documentação.

Minha relação com a Itália começou muito antes de a Domenico existir.

Nasci em Porto Alegre e sou formada em Administração de Empresas pela PUC-RS. Mais tarde, já vivendo na Itália, fiz pós-graduação em Gestão Empresarial na Bologna Business School, da Universidade de Bologna.

Em 2014, fui para a Itália para reconhecer a minha própria cidadania. Naquele momento, eu ainda não imaginava que aquela experiência definiria também o meu trabalho nos anos seguintes.

O processo me aproximou da história da minha família e, especialmente, de Domenico Antonio Mattiello, meu antepassado italiano e a pessoa que, anos depois, daria nome à empresa.

Mas aquela experiência também me mostrou a quantidade de decisões que existe por trás de um processo que, visto de fora, pode parecer apenas documental. Uma informação errada pode levar uma família para a estratégia errada. Um documento ignorado pode comprometer meses de trabalho. Uma particularidade genealógica pode mudar completamente a análise jurídica.

Foi aí que começou a se formar a maneira como eu trabalho até hoje. Eu preciso entender um caso por inteiro antes de decidir o que fazer com ele.

Quero saber de onde aquela família veio, como a cidadania foi transmitida entre as gerações, quais documentos sustentam essa história e onde estão os pontos que merecem atenção.

Não gosto de respostas pela metade. Não gosto de promessas baseadas no que ninguém pode controlar. E não acredito em tratar histórias familiares diferentes como se fossem processos idênticos.

Ao longo desses anos, essa forma de trabalhar me levou a acompanhar mais de duas mil pessoas, no Brasil, Peru, Argentina, Estados Unidos, Austrália, Uruguai e entre brasileiros que vivem em diferentes países da Europa.

Mas o número, sozinho, não é o que mais importa para mim. O que importa é a responsabilidade que existe quando alguém coloca nas nossas mãos documentos que atravessaram gerações e um projeto que pode mudar o futuro de uma família inteira.

É essa responsabilidade que moldou a Domenico. Investigação antes da resposta. Critério antes da decisão. Transparência quando existem incertezas. E rigor suficiente para entender que, em cidadania italiana, detalhes nunca são apenas detalhes.

2014
início da minha trajetória profissional na Itália
+2.000
pessoas atendidas
7 países
com clientes acompanhados ao longo da nossa trajetória
Perguntas frequentes

Tenho direito à cidadania italiana?
Se você tem um ascendente italiano que não renunciou à cidadania e nenhuma naturalização anterior interrompeu essa linha, você provavelmente tem esse direito. Cada árvore genealógica tem suas particularidades, por isso avaliamos o seu caso antes de indicar o caminho.
Quanto tempo demora o processo?
O prazo depende do comune italiano, do consulado ou da fila do Judiciário responsável pelo seu caso, por isso não trabalhamos com promessas de prazo fechado. O que garantimos é clareza: você acompanha cada movimentação e sabe exatamente em que fase o seu caso está.
Preciso morar na Itália?
Não. Pela via administrativa, o reconhecimento é solicitado no local de residência. Para quem reside fora da Itália, o pedido é processado pelo consulado italiano competente. Pela via judicial, o processo tramita em um tribunal italiano, com representação de um advogado constituído por procuração, sem necessidade de residir na Itália.
Qual a diferença entre processo judicial e administrativo?
A via administrativa é realizada perante o órgão competente do local de residência: o consulado italiano, para quem reside fora da Itália, ou o comune, para quem reside na Itália. A via judicial tramita em um tribunal italiano, com representação de um advogado constituído por procuração, sem necessidade de residir na Itália. Analisamos as particularidades do seu caso para avaliar as possibilidades e orientar o caminho mais adequado.
Quanto custa reconhecer minha cidadania?
O investimento varia conforme o número de requerentes da família, a quantidade de certidões necessárias, a complexidade do caso e a via escolhida. Após essa avaliação, apresentamos uma proposta personalizada, com transparência sobre os valores e os serviços incluídos.
Posso incluir minha família no processo?
Sim. Familiares descendentes do mesmo antepassado italiano, como pais, irmãos, filhos, tios e primos de diferentes graus,  podem integrar o mesmo processo, desde que cada um  cumpra os requisitos aplicáveis ao reconhecimento. A pesquisa genealógica e os documentos compartilhados  da linha de descendência podem ser aproveitados para o grupo.
Ao adquirir a cidadania italiana por casamento, perco minha cidadania de nascimento?
No caso da brasileira, não. Desde a Emenda Constitucional nº 131/2023, adquirir outra nacionalidade, inclusive por casamento, não causa a perda da nacionalidade brasileira. Você pode, portanto, manter ambas. Para outras nacionalidades, é necessário verificar a legislação do país de origem.
Depois da cidadania, posso morar em qualquer país da União Europeia?
Sim. Como cidadão italiano e, portanto, da União Europeia, você tem o direito de viver, estudar e trabalhar nos países-membros. Para estadias superiores a três meses, é necessário cumprir as condições de residência aplicáveis à sua situação e eventuais exigências de registro no país escolhido.
Vocês cuidam de toda a documentação?
Sim. Cuidamos da busca de certidões, traduções, apostilamentos e legalizações, das retificações necessárias e da organização dos documentos para o seu processo. Você acompanha cada etapa com orientações claras e um único ponto de contato, sem precisar lidar sozinho com as exigências de cada órgão.
Como funciona o primeiro atendimento?
Começamos com uma conversa para conhecer sua história familiar, identificar o antepassado italiano e entender quais documentos você já possui. Com essas informações, fazemos uma avaliação inicial das possibilidades de reconhecimento e orientamos as próximas etapas, com clareza sobre o que precisa ser analisado e reunido.
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Perguntas frequentes

Antes de começar, algumas respostas importantes.

Se não encontrar o que procura aqui, é só falar com a gente. Respondemos com a mesma transparência de sempre.

Tenho direito à cidadania italiana?
Ter um antepassado italiano é o primeiro elemento da análise, mas não é suficiente, sozinho, para determinar a situação atual do seu caso. Precisamos observar a linha de descendência, as gerações envolvidas, possíveis naturalizações, datas importantes e as regras vigentes. Por isso, evitamos responder apenas “sim” ou “não” antes de conhecer a árvore familiar.
Quanto tempo demora?
Não existe um único prazo para todos os processos. O tempo depende da via utilizada, do órgão responsável, da situação documental, de eventuais exigências e, nos processos judiciais, do andamento do tribunal competente. Nós não prometemos datas que não estão sob o nosso controle. O nosso compromisso é outro: explicar o cenário antes do início e manter você informado quando houver movimentações relevantes.
Preciso morar na Itália?
Não necessariamente. Existem diferentes formas de condução, e a necessidade de residência depende da via aplicável e das características do processo. Essa é uma das questões que avaliamos antes de indicar uma estratégia.
Qual é a diferença entre via administrativa e judicial?
A via administrativa ocorre perante os órgãos administrativos italianos competentes. A via judicial envolve o reconhecimento perante o Judiciário italiano nas situações em que existe fundamento jurídico para esse caminho. A escolha entre uma e outra não deve ser feita apenas com base em preferência pessoal. Ela depende do caso.
Quanto custa?
O investimento varia porque os processos também variam. Quantidade de pessoas envolvidas, necessidade de pesquisa genealógica, número de certidões, traduções, apostilamentos, eventuais retificações e a via escolhida podem alterar a estrutura do trabalho. Depois da análise inicial, apresentamos uma proposta correspondente às necessidades identificadas.
Minha família pode fazer o processo junto?
Em determinadas situações, familiares que compartilham a mesma linha de ascendência podem aproveitar parte da pesquisa e da documentação em comum. A forma de organização depende de quem participará do processo e da via utilizada. Analisamos a composição familiar para estruturar a alternativa mais coerente.
A cidadania italiana pode ser perdida?
Existem situações específicas previstas pela legislação que podem afetar a cidadania. Por isso, questões relacionadas a perda, renúncia ou manutenção precisam ser avaliadas de acordo com a situação concreta e o período em que determinados atos ocorreram.
Depois do reconhecimento, posso morar em outro país da União Europeia?
A cidadania italiana também confere cidadania da União Europeia. Isso amplia significativamente as possibilidades de residência, estudo e trabalho dentro dos países do bloco, respeitadas as regras aplicáveis a cada situação.
Vocês cuidam da documentação?
Podemos atuar desde a pesquisa inicial até a organização documental necessária para o processo. Isso pode incluir busca de certidões, traduções, apostilamentos, retificações e acompanhamento das demais providências relacionadas ao caso. O escopo é definido conforme a necessidade de cada família.
Como funciona o primeiro atendimento?
Começamos entendendo a sua árvore familiar e o que você já sabe sobre o antepassado italiano. A partir dessas informações, identificamos quais pontos precisam ser investigados e quais documentos serão necessários para uma análise mais consistente. O objetivo da primeira conversa não é encaixar você em um serviço. É entender qual problema precisa ser resolvido.

Você já nasce italiano. Só precisa ser reconhecido.

Fale com a gente e entenda, com clareza, qual é o caminho para o seu caso.


Antes de escolher uma via, entenda o seu caso.

Se existe uma história italiana na sua família, o primeiro passo é descobrir o que ela significa juridicamente hoje. Nós fazemos essa leitura com você.